quarta-feira, 21 de abril de 2010

ANDANTES....

RESULTADOS PARA REINVENTAR...

PROCESSO DE ANDANTES

CONSTRUÇÕES... REINVENÇÕES... TENTATIVAS,EXPERIÊNCIAS E IM...PRESSÕES
OS ANDANTES PERMITIRAM PENSAR NO PRÓPRIO CAMINHAR..
NO CAMINHAR DE UMA URBANIDADE DESPIDA ,DESTITUÍDA
DE SUA POÉTICA...

ANDANTES....COMIGO....

CONTRUÇÕES...
Uma atividade muito interessante, que nos faz rever constantemente nosso percurso.Particularidade desta "disciplina" desde o início, nos desenvolver um olhar mais demorado no próprio caminhar.Estas marcas, ou impressões que vamos reconstruindo estão impregnadas de conceitos, de escolhas e pretensões.O processo todo nos permitiu desconstruções, desde a maleabilidade do material, às possibilidades de trocas, as substituições, que muitas vezes, com os alunos, nos afastam de um trabalho tridimensional pela "falta" de um material que julgamos ideal.O "produto final" não sei se resolveu minha proposta inicial.Penso que escolheria uma argila mais mole e as "escavações", no EVA seriam mais largas, acho que as marcas ficariam mais definidas.Acabei carimbando o número da UFRGS porque o número que tentei fazer na sola não ficou visível o suficiente...A espessura da argila também é um outro fator que experimentaria mais fina...marcas mais profundas em um suporte mais fino...vou ainda tentar...Penso ser uma atividade com possibilidades para os alunos também ,desde que possamos contextualizar para que se encantem também por todo o processo, pois achei fundamental este "pensar" anterior e nosso percurso desde o caderno de registros ,nicho poiético... então o andante está completamente "incluso" na proposta.

AINDA OLHARES NAS DIGITAIS...

ALGUNS PERCURSOS DA AÇÃO...
LOCAIS QUE CONVERSAM COMIGO...
MARCAS QUE DIALOGAM...
IM..PRESSÕES MESMO...

IMAGENS DAS DIGITAIS URBANAS AINDA...

DE ONDE SURGIRAM...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Imagens...

Matisse...
A obra POLINÉSIA-O CÉU,1946,Recorte de papel pintado com guache, 200 x 314 cm sempre me fascinou.... Matisse
Inspira...ações.... Nossos fascínios,nossas preferências e referências.. Pensei em Miró...rápido...quis Matisse.... De novo escolhas... Novamente seleção... Oh.... Quantos artistas se materializam a cada pensamento... 'MEU SONHO É UMA ARTE DE EQUILÍBRIO,PUREZA E SINCERIDADE,(...)ALGO COMO UMA BOA POLTRONA NA QUAL SE POSSA DESCANSAR DO ESFORÇO FÍSICO." HENRI MATISSE.
TranformAÇÕES...

ANDANTES..ANDANDO...

Fiquei com Matisse para pensar minhas impressões. Fiz outras com geometria e muita ânsia de impressões com marcas fundas...
Experimentei cola de EVA,acho que funcionou...
Meu número ficou sem visibilidade de novo,precisei usar meu carimbo...
Para vazar com o prego tambérm não ficou muito firme meu pincel, então usei uma chave.
Trocas de manuseio...
Andantes...experiência muito prazerosa...
Muitos andantes para pensar com alunos...desenvolver possibilidades de contexto...

domingo, 11 de abril de 2010

Digitais Urbanas

Conclui meu trabalho hoje.Uma atividade muito interessante.Como nossas escritas no caderno de registro,este exercício nos estimula a percepção no sentido de observar mais vagarosamente nosso cotidiano.O percurso de minhas escolhas foi lento.Muitas vezes olhei e experimentei mentalmente, as texturas, as marcas e as impressões deste lugares ou objetos.Refiz os significados destas marcas para minha identidade e da cidade.Sempre quis participar desta urbanidade.Em alguns momentos fui interpelada por pessoas que observavam as "paradas" na cidade para pensar os escolher ou ver.Fui auxiliada para fotografias, mas antes andei olhando para lugares inusitados... Um exercício muito intenso.Já estou pensando em meus alunos de ensino médio.Suas escolhas e suas significações,e todos nós na tela interativa na escola,vendo no mapa as escolhas de percurso, as impressões...e formando uma grande rede urbana, ou de lugares mais distantes...de que somos formados? Desafio com compensações.Particularidades da disciplina.

domingo, 4 de abril de 2010

Tarefas...Postagens....Relatos..

IMAGENS...
CONSTRUÇÕES...
PRENSAUTO.... Divagações sobre quem sou... Saber de mim e pensar o outro... retratar-me com “coisas”. Marcas, vestígios, composição... Seleção de objetos que sou eu. Minhas filhas e suas pulseiras de bebê, um broche antigo de pessoas muito queridas da família, minha lembrança de primeira comunhão como testemunho da infância, um lobo, minha história no escotismo de longa data... não caberiam aqui outros objetos, mas foi dolorosa a escolha Sinto-me feita de muito mais representações. As escolhas me parecem muitas vezes injustas. Mas, gostei do processo curador. Objetos para o prensauto- Um broche de cacho de uvas, lembrança de minhas tias, as pulseirinhas de minhas filhas quando eram bebê, Ana, Luiza, Izabel e Laura. Ainda um pedaço do meu terço,lembrança da primeira comunhão e um pin cara de lobo, represente do escotismo e minha vida com as crianças. Significados destes objetos... .Minhas filhas, minha vida construída em quatro fases que ainda vivo intensamente. Minha família delinearam meu percurso desde a infância com a magia das histórias, da casa sem luz elétrica, da imaginação sendo centro de sonhos e projetos e muito afeto. Minhas tias e minhas avós são minha forma, ou me formam pessoa com meus pais. A menina da primeira comunhão ainda vive, mas a fé não. Partes do terço católico faz parte dos guardados. A cabeça de lobo e sua mística permearam minha vida por muito tempo. A alcatéia e a sabedoria da floresta ainda fazem parte de minha composição. Objetos são percebidos pelo outro quando estão “entranhados” em nossa pele, no corpo e na alma, mesmo velados como aparecem no prensauto. A produção do prensauto desencadeou cenas que desfilaram a cada pensar. E, se fizermos referência a Gabriel Garcia Marques, em seu livro, Viver para Contar, ”A vida não é o que a gente viveu, e sim o que a gente recorda e como recorda para contá-la.” Por isso não sinto que estou traindo, embora sinta que posso ter sido injusta nas escolhas.. Aproveitei as lembranças,vestígios presentes para compor minha autobiografia. Somos feitos de coisas. Seres com memórias, um repertório individual, mas feito a muitas mãos. Temos relações,referências pessoais e sociais.Para compor nossos olhares buscamos critérios,barreiras,possibilidades e princípios.Representações não visíveis também nos integram.Esta experiência com o prensauto desencadeou, um incômodo bom.Um balanço crítico.Uma busca de construção de sentido.Este processo de fazer escolhas,colocar-se diante de um retrato,não ser desenhado, mas desenhar-se.Levar em conta o mundo, o que somos e o que buscamos. Para expor os prensautos,pensaria num caminhar em diferentes lugares.Na areia,na terra,no asfalto,enfim,que pudesse caracterizar nossas diversas jornadas.De novo as escolhas, as diversas texturas,cores,linhas,pontos únicos.Pensei , antes de ser visto como tarefa, que poderíamos caracterizar nosso prensauto com uma marca da nossa cidade, pois somos um grande mosaico geográfico,talvez uma fotografia sobre um marco característico do lugar.A idéia da almofada é interessante e num primeiro momento,me fez pensar num caminhar com cuidado...devagar,manso. Na escola já estamos “amadurecendo” este retrato. Nossa escola faz 60 anos. Quem sabe marcas de pés, em diferentes superfícies da escola, como piso, paredes e pátio. Eternizar a materialidade e o imaterial das diversas biografias. Pensar uma biografia, única e parte da história .Poderíamos propor a atividade para professores,e outros segmentos da escola.e, mais ainda, se pais pudessem fazer sua marca.Num momento, em espaço público poderíamos fazer uma super exposição destes retratos,fazendo parte da história agora.Projeto em andamento,pensante . Sobre meus objetivos iniciais, penso que foram atingidos. Durante o processo, a experiência foi tornando-se diferente. Diminui a quantidade de objetos e fiz dois prensautos. Raspei o número que faz parte também da biografia e os tornei reais com uma agulha grossa. Além da ação prática, do manuseio com a argila e com o gesso, a “instabilidade” que gerou esta proposta foi muito importante. A atividade foi socializada, foi instigante, um desafio, o nicho político, o registro, o retrato... enfim a biografia. Sensação, momento de fruição do outro, difícil perspectiva. Mostrar ao outro de que somos feitos, não penso que seja tarefa fácil. Deixei os objetos incrustados, mas velados, suspeitos. Fico melhor assim, a descobrir. Com uma solução de gesso líquido recobri meus objetos. Senti necessidade, não estética, mas de introspecção mesmo. Os objetos autobiográficos velados, a desnudar.Conexões com o olhar e o sentir,ou vice versa.Reflexos. O prensauto poderá ser um mapa para o outro. Um conceito sobre mim. E lembrando Ebert Camargo... ”Minhas bagagens são meus sonhos.” Não penso que outro nos perceba como aspiramos. Somos complexos, ou somos simples demais. O olhar de quem olha será protagonista da leitura.Um olhar é adulterado e adultera o que vê. E, finalmente.... Escolha Final.. Outra... Experimento- EU-SOMBRA- PRENSAUTO- BIOGRAFIA

Caderno de Registros....

Li,copiei e registrei em meu caderno...Munch disse: Eu caminhava por uma via, a cidade de um lado e o fiorde abaixo.Serntia-mse cansado,doente... O sol se punha e as nuvens tornaram-se vermelho sangue,Senti um grito passar pela natureza,parecendo-me ter ouvido o grito. Pensei este quadro.Pintei as nuvens como sangue real. A cor uivava... Queria esta intensidade para mim...a cada dia. Como eu gostaria de ver com o corpo inteiro.

Carimbo=Identidade...

Com este carimbo tudo ficará mais fácil... Quase tudo.... Mas os prensautos estão prontos com escavações....

terça-feira, 30 de março de 2010

PRENSAUTOS...

PROCESSO..PRENSAUTO OBJETOS VELADOS BIOGRAFIAS Duas experiências finais Escolhas

segunda-feira, 29 de março de 2010

PRENSAUTO....MAIS IMAGENS

Pés, marcas de passagem...uma pista,uma pegada,um rastro,uma impressão digital. Vestígios de nossa passagem.Objetos,biografia,dimensões veladas...sugestões de formas...Minha pegada seria uma pintura que se revela? Ou uma pintura que se releva... Claro que o número foi ao contrário, mas o êxtase com o trabalho não permitiu que eu percebesse.

domingo, 28 de março de 2010

MAIS IMAGENS...PRENSAUTO

PERCURSO...

PRENSAUTOS

Meu percurso com a experiêcnia do prensauto... Registrei o passo a passo da minha marca. Mas, o resultado final,ficou na primeira tentativa,com número invertido,na segunda somente trocado de lado mas visível,os dedos meio grudados, a as texturas dos objetos autobiográficos procurei deixá-los velados, porque num primeiro momento ficaram com os detalhes mínimos... Fiz substituições nos objetos.Havia selecionado quatro e coloquei somente dois.Achei que mudava muito a forma do pé.Experimento incrível.

CADERNO DE REGISTROS...

Vamos Tecendo e aprendendo... Registrando... FORMAS DE ESCUTAR O COTIDIANO...

CADERNO DE REGISTROS

segunda-feira, 22 de março de 2010

PRENSAUTO

Prensauto ...Expectativa para esta construção. Selecionei alguns objetos. As pulseirinhas de minhas filhas quando bebês, uma cara de lobo, minhas lembranças do trabalho com as crianças durante muito tempo no grupo escoteiro de minha cidade, um pedaço do meu terço lembrança de primeira comunhão, com cheiro de infância, e um broche que era de minhas tias, onde eu vivia muito tempo de criança que me faz também ter a certeza que tive uma infância maravilhosa...guardados...memórias...resgates.

NICHO POIÉTICO

. Nicho poiético...A palavra é lugar.É o lugar que acontece... O que é poético? Como que construo minha seleção? Foram muitos objetos. Meu exercício inicial foi “me auto-retratar “com estes objetos. Minha auto-biografia.Difícil tarefa, muitas coisas.Segunda etapa,deixar para a caixa somente o imprescindível.E finalmente selecionar os imprescindíveis.Sou uma catadora...de coisas,de muitas coisas, mas cada uma tem sua história,um grande mosaico...Na caixa tem:Caixa de música antiguíssima que foi de minha avó,alguns diários de meu grupo de estudo de arte educação,Frida Khalo,meu ídolo,Arthur Bispo do Rosário num marca páginas, as pedrinhas de cinco Maria que lembram minha infância,meu São Francisco de Assis (que venho de Assis lá da Itália),uma fita cassete com hino do Jamboree escoteiro,um colar do primeiro fórum social mundial, um outro mundo é possível,pulseiras dos bebês minhas filhas ,um pedaço de um terço que ganhei na minha primeira comunhão, um grafite de estimação,broches que foram de minhas tias ....pincel,espátula..
Faltou ainda, uma pedra que ganhei de um aluno, o mapa dos museus em Porto Alegre, um pin da escola Medianeira, fotos... uma cara de lobo... Prensauto ...Expectativa para esta construção.